A história da minha vida – Lembrando de Papai

Uma casinha velha

Eu me lembro da casa em que morávamos. Era uma velha casa de tronco de árvore tapada de barro nas fendas. Eu… Talvez muitos nunca viram uma casa tapada de barro. Mas era toda tapada de barro nas fendas, e os enormes troncos que estavam na velha casa, eu achava que aquela casa permaneceria em pé centenas de anos. Mas, sabe, hoje onde aquela casa estava, tem um projeto de habitação. É tão diferente. Tudo está mudando. Mas.. .

E eu via meu pai; ele era um homem bem baixo, atarracado, muito forte, e ele era um dos baixinhos mais fortes de que eu tinha conhecimento. Fiquei conhecendo o Sr. Coots, um homem com quem ele trabalhava nas matas; ele era madeireiro, e acerca de um anos atrás. E o Sr. Coots é um muito bom amigo meu, e diácono na Primeira Igreja Batista, e ele disse: “Billy, você deve ser um homem muito forte.”
Eu disse: “Não, eu não sou, Sr. Coots.”

Ele disse: “Se você puxou pelo seu pai, você é.” Disse: “Eu vi aquele homem, pesando cento e quarenta libras [Sessenta e quatro quilos -Tradutor], colocar uma tora na carroça sozinho, que pesava novecentas libras [Quatrocentos e oito quilos-Tradutor].” Ele sabia como fazer aquilo. Ele era forte. Eu o via entrar para se lavar e se aprontar para o jantar, quando minha mãe o chamava.

William Branham e a aguia e o cavaloE nós tínhamos uma velha macieira no jardim da frente, e então havia três ou quatro pequenas junto à parte de trás. E bem na árvore do meio, havia um velho espelho que estava quebrado, um espelho grande, e estava pregado no lado da árvore com alguns pregos entortados, mais ou menos o que alguns de vocês carpinteiros, que estão escutando, chamariam de “cabide de pendurar casaco.” Tinha sido entortado para segurar o espelho no lugar. E havia um velho pente de estanho. Quantos já viram um velho pente… antigo pente de estanho? Eu posso até vê-lo.

E então havia uma pequena tábua de lavar roupa, uma tábua pequena com uma perna inclinada debaixo dela, pregada contra a árvore. Uma pequena, velha bomba feita com metade de enxofre lá, da qual bombeávamos água, e nós nos lavávamos naquela velha árvore. E mamãe tomava sacos de farinha e fazia toalhas. Alguém já usou uma toalha de saco de farinha? Ora, tenho certeza que me sinto em casa agora. E aquelas grandes, velhas toalhas ásperas! E quando ela dava banho em nós, crianças, ela… parecia que ela estava arrancando a pele cada vez que ela nos esfregava. E eu me lembro daquele velho saco de farinha. E ela puxava alguns dos fios e fazia franjas pequenas, para decorá-la um pouco.

Quantos já dormiram numa cama de palha? Pois eu — eu vou lhe dizer! Quantos sabem o que era um travesseiro de palha, colocar… Bem, Irmão Glover, estou em casa agora, sem dúvida! Cama de palha, ora, não faz muito tempo que deixei de usar uma, e era… Oh, é — é boa para dormir, fresca. Então na época do inverno eles tomavam a velha cama de penas, e deitavam nela, você sabe, e então tinham que pôr um pedaço de lona em cima de nós porque a neve soprava pelas — as — as frestas da casa, você sabe, onde os velhos sarrafos entortavam para cima, você sabe, e a neve entrava por elas. E, oh, eu posso me lembrar disso muito bem.

E então papai tinha um pincel de barba. Eu… Agora, isto vai te surpreender. Era feito de palha de milho, um pincel de barba com palha de milho. Ele tomava o velho sabão de cinza da mamãe que ela fazia, aprontava e punha no rosto com este pincel de palha de milho, e fazia a barba com uma velha e grande navalha. E aos domingos ele tomava os — os pedaços de papel, punha em volta da gola dele; eles usavam golas de celulóide, e punha em volta da gola, deste jeito, para não deixar a — a — a espuma cair na gola da camisa. Você já viu se fazer isso? Ora, que coisa!
Mensagem pregada pelo profeta William Branham: A história da minha vida – Parágrafos: 30 ao 36

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