Crucificando a Jesus Cristo novamente neste dia

E agora, hoje, eu desejo ler um pouco da Escritura, só um minuto, da santa, sagrada Palavra de Deus, encontrada no Livro de São Lucas. O capítulo 23 de São Lucas, para basear, obter uma – uma plataforma do que eu – eu desejo falar, um pensamento básico sobre o assunto que eu desejo falar. E vocês voltem agora a São Lucas, o capítulo 23, e eu desejo ler um versículo. Isso é tudo que necessito, para estabelecer esta base esta manhã. Agora nós lemos o 20…o capítulo 23, o versículo 33 do capítulo 23.

E, quando…chegaram ao lugar chamado a Caveira, ali o crucificaram, e aos malfeitores, um à direita e outro à esquerda.

A Palavra de Deus é pregadaAgora eu desejo tomar quatro palavras dali, dessa leitura, para basear o que eu quero dizer, “ali eles O crucificaram”, quatro palavras. E agora meu tema é chamado… Eu – eu estou trazendo uma acusação às igrejas denominacionais deste dia, e também muitos dos independentes, por estarem crucificando a Jesus Cristo novamente neste dia. Acusando-os! Esta manhã, é chamada: A Acusação.

Eu quero mais ou menos usar isto mais como se fosse uma sala de um tribunal, onde houvesse… E afinal de contas, o púlpito e a igreja são um tribunal. A Bíblia diz: “É um lugar de julgamento, que – que deve começar na casa do Senhor”. E isto é como o – o trono e o – e o júri, e as testemunhas, e assim por diante. E tenho, hoje, por minha testemunha, é a Palavra de Deus.

E minha acusação é contra as igrejas de hoje. Agora eu – eu não estou trazendo o pecador a isto. Eu estou falando isto à igreja. E isto é – isto estará na – na – nas fitas agora, e eu – eu procurarei terminar o mais rápido que eu puder. Eu condeno esta geração pela segunda crucificação de Jesus Cristo.

E agora para fazer isto nesta era em que vivemos, eu – eu faço isto, eu devo mostrar uma evidência. Se eu tenho de trazer uma acusação, tem de se mostrar uma evidência da ofensa criminal que foi praticada. Eu – eu tenho, para acusa-los, eu – eu tenho que trazer a – a evidência para provar isto, que isto é, que o que eu estou dizendo se encontrará ante o Juiz principal. O qual, e eu tomo a mim mesmo como um advogado para… nesta acusação. Que, a Palavra de Deus, sendo minha testemunha, eu acuso esta geração pela crucificação.

Eu devo mostrar, e mostrarei, que o mesmo espírito que trouxe a primeira crucificação está sobre as pessoas hoje, e fazendo a mesma coisa. Eu – eu devo fazer isto, se houver uma crucificação, que eles tem crucificado. Eu devo mostrar às – às pessoas que a mesma atitude nas pessoas hoje está fazendo a mesma coisa, espiritualmente, que fizeram fisicamente naquele tempo. Crucificaram, fisicamente, a Jesus Cristo, o Filho de Deus. E agora, hoje, pela mesma Palavra, e pelo – pelo mesmo Espírito Santo e a mesma Palavra, eu – eu desejo mostrar às igrejas ali – ali onde elas estão, que elas estão fazendo a mesma coisa hoje, e a Bíblia diz que elas fariam isto, e prova que este é o dia no qual estamos vivendo.

Isto não podia ter sido feito há alguns anos atrás. Eu diria, há cinqüenta anos atrás isto não podia ser feito, mas hoje isto é muito oportuno. E isto não podia ter sido feito, talvez, dez anos atrás, mas isto pode ser feito hoje porque o – o tempo está esgotado. Nós estamos – nós estamos no tempo final. E eu creio, como Seu servo, que nós estamos – nós estamos prestes a cruzar desta terra, à Outra.

Portanto, o tempo para arrependimento, para uma nação, se esgotou. Eu creio que esta nação não pode se arrepender. Eu creio que ela tem atravessado a linha entre a misericórdia e o julgamento. Eu creio que ela está oscilando na balança.
“Irmão Branham, antes que comece seu argumento, como o irmão vai provar isso?”

Só isto, que nós somos culpados dos mesmos pecados pelos quais Deus destruiu o mundo, no mundo antediluviano. Nós somos culpados dos mesmos pecados pelos quais Ele destruiu o mundo em Sodoma e Gomorra. E, agora, e nós temos toda a mesma evidência espiritual situada aqui ante nós, toda a mesma evidência espiritual, conhecida como mundo inteiro, que trouxe as misericórdias de Deus sobre aquelas gerações. Que, também, ao rejeitar, trouxe juízo. Então se esta geração tem rejeitado a mesma misericórdia que foi desprezada naqueles dias, Deus seria injusto ao deixa-los passar sem juízo.

Como Jack Moore, um amigo meu, uma vez disse: “Se esta nação conseguir passar sem uma punição de Deus, então Deus seria obrigado a ressuscitar Sodoma e Gomorra e pedir desculpas por havê-las queimado”.

Agora, nós sabemos que espiritualmente estão fazendo a mesma coisa hoje, pois estão fazendo isto, pelo mesmo propósito, e na mesma maneira que eles fizeram na crucificação do Senhor, fisicamente. Eles estão fazendo isto por causa da inveja, por causa da cegueira espiritual. Tanto que, eles não desejam ver. Eles não querem ouvi-La.

Jesus, em Sua jornada aqui na terra, Ele disse: “Bem falou Isaías de vós, ‘Tem olhos e não podem ver, e ouvidos e não podem ouvir’”. Estão vendo?
A mesma razão, a mesma. O mesmo propósito e os mesmos arrazoamentos, eles estão trazendo a crucificação de Cristo de novo, novamente, (chegaremos a isto dentro de um momento), pelas mesmas razoes que se fez naquela época.

Eles não podem encontrar nada contra Isto. Eles não arriscam desafia-La. E eles sabem que a evidência está ali. E eles sabem que a Bíblia diz isso. E a única coisa que eles podem fazer é blasfema-La. É exatamente isso. Assim, e tudo isto, as mesmas razões.

E agora, sobre esta base, eu desafio esta geração da crucificação de Jesus Cristo; por uma crucificação, e culpada; com mãos denominacionais sujas, iníquas, egoístas, tem crucificado o Príncipe da Vida que quis apresentar-Se ao povo.
Você diz: “A mesma Pessoa?”

“No princípio era a Palavra, e a Palavra era Deus. E a Palavra Se fez carne, e manifestou a Si mesma”. A Palavra foi manifestada em carne, e eles condenaram a carne e A mataram, porque a Palavra foi manifestada. Hebreus 13:8, diz: “Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje, e eternamente”. É a mesma Palavra. Estão vendo? E, pela mesma razão, eles estão tratando de crucificar a Palavra.
Mensagem: A ACUSAÇÃO – Parágrafos: 65-81.

Eles estão crucificando, ao povo, o próprio Deus que eles alegam que amam e servem

Como eu poderia trazer uma acusação exatamente nesse ponto! E o homem que sabe que Isso é a Verdade, que esta Palavra é a Verdade, e A compromete, para mostrar uma face ante alguma organização, hã-hã, eu tenho o direito de acusa-los, exatamente, sobre a Palavra de Deus.

É a Palavra. Está operando para o que foi enviada, porque Ela (a Palavra) está cheia de poder. É o mesmo Espírito que estava em Jesus (a Palavra) que está presente de novo na Igreja nesta última era como um sinal final procurando livrar as pessoas do caminho que conduz ao juizo, porque aqueles que O rejeitam (a Palavra) já têm entrado no Juizo, crucificando-lhe de novo. Hebreus 6:6 E recaíram, seja outra vez renovados para arrependimento; pois assim quanto a eles, de novo crucificaram o Filho de Deus, e o expõe ao vitupério.

É a Palavra. Está operando para o que foi enviada, porque Ela (a Palavra) está cheia de poder. É o mesmo Espírito que estava em Jesus (a Palavra) que está presente de novo na Igreja nesta última era como um sinal final procurando livrar as pessoas do caminho que conduz ao juizo, porque aqueles que O rejeitam (a Palavra) já têm entrado no Juizo, crucificando-lhe de novo. Hebreus 6:6
E recaíram, seja outra vez renovados para arrependimento; pois assim quanto a eles, de novo crucificaram o Filho de Deus, e o expõe ao vitupério.

Observem, “eles”, os adoradores, o homem que tinha esperado a promessa, o homem que tinha esperado isto, através de anos e eras, e sem nada para fazer senão naquele constante seminário. Porém eles tinham a Palavra de acordo com o ensinamento do seminário, e confundiram a própria Verdade Dela. “Eles”, os sacerdotes, o ministério daquele dia! “Ali”, em sua sede, “eles”, o ministério daquele dia, estava matando o próprio Deus, o próprio Cordeiro. O Próprio que eles alegavam estar adorando, eles estavam matando.

E, hoje, eu acuso este bando de ministros ordenados; em seus credos e denominações, eles estão crucificando, ao povo, o próprio Deus que eles alegam que amam e servem. Eu acuso estes ministros, no Nome do Senhor Jesus, em suas doutrinas, que alegam que “os dias dos milagres passaram”, e que “o batismo em água no Nome de Jesus Cristo não é suficiente e não é correto”. Sobre quaisquer destas Palavras, que eles tem substituído por credos, eu os acuso, como culpados, e o Sangue de Jesus Cristo sobre suas mãos, por crucificarem novamente o Senhor Jesus, a segunda vez. Eles estão crucificando a Cristo, ao público, tirando deles a coisa que tinham obrigação de estar-lhes dando. E eles substituíram alguma outra coisa em Seu lugar; um credo de igreja, pela popularidade.

Ali, eles, “eles”, aqueles que deviam saber que não estavam agindo certo. Se alguém deveria saber que não estava agindo certo, deveria ter sido aqueles ministros. Se alguém deve saber que está agindo errado, deve ser o clérigo deste dia. Se alguém devia saber, os – os – os bispos, e arcebispos, e – e ministros, e doutores de divindade, deviam saber a maneira certa de agir. Mas por que não podem eles? Oh! Que contradição! Que temos ante nós aqui senão uma – uma contradição! Eles alegam que adoram a Deus, e eles estão matando o Príncipe da Vida. Eles “ali eles O crucificam”, e aqui eles novamente fazem a mesma coisa, pois Ele é a Palavra.

Isto é o que Ele é, somente um reflexo da Palavra. E isso é o que Ele é hoje, um reflexo da Palavra, tratando de encontrar alguém através de quem Ele possa refletir-Se.

E essa gente mantém a congregação distante de Deus. E – e se há algum acontecimento, e isto é falado na congregação, eles condenam isto da plataforma, do púlpito, e dizem: “Isto é fanatismo. Mantenham-se longe disso!” Ao fazerem assim, eles crucificam a Jesus Cristo em 1963, e são simplesmente tão culpados quanto aqueles indivíduos na – naquele dia. Essa é uma declaração terrível, mas é a verdade. Sobre… Isso é exatamente o que eles fazem hoje.

E sobre este fundamento, sobre o fundamento da crucificação de Cristo, sobre os fundamento de tomar a Palavra e distancia-La do povo; é exatamente o que eles estavam fazendo lá. A própria Palavra que Deus estava refletindo através de Seu Próprio Filho, para provar que Ela era, e Aquele que eles alegavam que amavam, e Jeová que havia manifestado a Si mesmo pelas Escrituras, fez exatamente o que Ele disse que Ele faria, exatamente o que Deus disse que Ele faria, e refletiu Isto ante eles. Por causa do amor de seus grupos de igrejas, e coisas assim, eles condenaram o Príncipe da Vida.

E eu condeno o mesmo grupo hoje, e os acuso, como culpados diante de Deus, pela Palavra de Deus, que eles estão fazendo a mesma coisa. Esta geração está acusada. Recordem Hebreus 13:8: “Ele é o mesmo ontem, hoje, e eternamente”.

Como eles O acusaram? Porque seus credos não O aceitavam, e no fundo do coração eles sabiam da realidade. Nicodemos, no capítulo 3 de São João, não expressou bem isto? “Rabi, nós, os fariseus”, os pregadores, os ensinadores, “nós sabemos que Tu és um mestre enviado de Deus, pois nenhum homem poderia fazer as coisas que Tu fazes a menos que Deus fosse com ele”. Estão vendo? Eles publicamente testemunharam isto através de um de seus homens de renome, e afligiram… por causa de seus credos, eles crucificaram a Cristo.

E hoje não há um leitor que não possa ler Atos 2:38 da mesma forma que eu posso ler Isto, e o resto Dela, simplesmente da mesma forma como eu A leio. Porém por causa de seus credos, e por causa de seus tíquetes denominacionais que eles tem em seu bolso, as marcas da besta que eles portam como cartão de companheirismo; e, e tomando essas coisas, eles crucificam para si mesmos a Jesus Cristo novamente, e O crucificam ante o público, e blasfemam o próprio Deus que prometeu fazer Isto, trazendo condenação sobre a raça.
Mensagem: A acusação – Parágrafos: 113-122.

Faça o download da mensagem completa em PDF: A ACUSAÇÃO

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