Enganados pela beleza

Mas Caim, ele queria algo bonito. Agora, ontem à noite eu estava dizendo, recordem, beleza, esta é a – a atração do olho. A igreja Católica há muito – descobriu isso há muito tempo atrás, que os olhos são o portão para a alma, para a beleza e assim por diante, e as pessoas caem por aquilo. Hollywood descobriu isto há muito tempo atrás. O diabo sabia disto antes que qualquer um de vocês soubessem. Isto é exatamente correto. Estas são as técnicas com as quais ele operou, a mesma coisa. Preparou para si mesmo um reino mais bonito.

Ele sempre foi bonito. Mesmo – o diabo mesmo depois que a maldição veio sobre ele, ele se tornou uma serpente; ele permanece uma linda criatura. Observe quão graciosamente pode se mover, e quão lindas são suas cores. Nem mesmo sua maldição lhe tirou sua beleza. Você acha que o Judas Iscariotes era um velho beberrão de colarinho levantado e cabelos penteados para os lados? E … Ele era um trapaceiro, rapaz. Sim, senhor. O diabo é muito esperto para estas coisas. Quando eu fui a Pig Alley, o irmão Moore e eu, quando eu estive na França, nós pensávamos que veríamos apenas aquelas velhas prostitutas de Pig Alley, um tanto drogadas.

Satanás é bastante esperto para isto: as mulheres mais bonitas que você já viu. Vêem? Ele é esperto. O pecado é atraente. O pecado é bonito. Mas é morte. Isto é correto. Não olhe na beleza. Olhe para a verdade, não para a beleza. Este é problema com a igreja hoje, ela – ela salta para a beleza e morre. Isto é correto, porque ela possui morte. Não quero ficar muito tempo nisto, eu pregarei sobre isto.

Não obstante, descobrimos que Caim então, se afastou de Deus e tomou para si mesmo uma esposa de outro grupo na terra de Node. Isto é exatamente o que faz o homem que não vem e adora a Deus em Espírito e em verdade; ele sai e obtém uma igreja que o satisfará. Sai … Mas recorde, Sete – era um tipo. Abel, sendo aquele que foi morto, Sete tomou o seu lugar, foi um sinal de morte, sepultura, e ressurreição do Senhor, estabelecido novamente.
Mensagem: A marca da besta – Parágrafos: 23 e 24

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